Descrição
5.º Centenário da Morte de D. João II
Comemorando-se em 1995 o 5º centenário da morte do rei D. João II, figura do maior relevo no panorama da história de Portugal e grande continuador do processo dos descobrimentos marítimos portugueses, iniciado pelo seu tio D.Henrique, julga-se da maior oportunidade assinalar esta efeméride pela emissão de uma moeda comemorativa cunhada em metal precioso e com elevado valor facial, adequado à projecção nacional e internacional que se deseja imprimir a esta comemoração.
Fabricante : INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Escultor : Vitor Nogueira da Silva
País emissor : Portugal
Período : República Portuguesa ( 1986 – 2001 )
Ano Emissão : 1995
Valor facial : 1.000$00
Composição : Prata
Qualidade / Acabamento : Prata Proof
Pureza do Metal : 500‰
Tipo de bordo : Serrilhado
Formato : Redonda
Alinhamento : Horizontal
Peso (Gr) : 28
Diâmetro (mm) : 40
Espessura (mm) : 2,7
Anverso: Apresenta, do lado direito do campo, delimitado por cercadura dupla lisa e quadrilobada de recorte gótico, o escudo das armas nacionais, sobrepondo-se parcialmente às cercaduras, do lado esquerdo, a empresa do rei D. João II, tendo como corpo o pelicano alimentando os filhos e como alma o moto “Pola Lei e pola Grei”, na orla superior, a legenda “República portuguesa” e, na orla inferior, o valor facial “1000 Escudos”, tudo em letras de recorte gótico com separadores de dois pontos.
Reverso: Apresenta, do lado esquerdo do campo, delimitado por cercadura lisa e, na parte superior, por cercadura multilobada com aneletes nas pontas, e efígie de D. João II de perfil à direita, segundo um retrato da época, do lado direito, uma caravela quatrocentista de dois mastros navegando para ocidente em mar encarpelado e, na orla, a legenda em letras de recorte gótico “D. João II: Rei de Portugal: 1495-1995”.
D. João II, décimo-terceiro Rei de Portugal (Lisboa, 3 de Maio de 1455 – Alvor, 25 de Outubro de 1495), cognominado O Príncipe Perfeito pela forma como exerceu o poder. Filho do rei Afonso V de Portugal, acompanhou o seu pai nas campanhas em África e foi armado cavaleiro na tomada de Arzila. Enquanto D. Afonso V enfrentava os castelhanos, o príncipe assumiu a direcção da expansão maritima portuguesa. Sucedeu ao seu pai após a sua abdicação em 1477, mas só ascendeu ao trono após a sua morte, em 1481.



